quarta-feira, 6 de julho de 2011

Festa do Divórcio

Festa para celebrar o divórcio ganha popularidade no Japão
Cerimônia é realizada para terminar as relações de forma amigável. A procura aumentou depois do terremoto em março.


Tudo é feito como se fosse um casamento, ou quase isso. O casal entra sob o aplauso dos convidados. E começam as diferenças: no lugar do padre ou juiz, um planejador de divórcios, como ele se denomina. Um dos principais momentos desta cerimônia também é o das alianças, mas ela é esmagada com um martelo.


O novo solteiro, Tomoharu Saito, conta que estava nervoso: "Achei que não conseguiria quebrar a aliança", afirma, provavelmente se referindo tanto à peça de metal quanto ao relacionamento.


Depois, a aliança é jogada na boca de um sapo. Essa parte é engraçada, mas tem um significado: o sapo, para os japoneses, significa mudança, ou seja, marca o início de uma nova vida. Tem também o momento do buquê, que é jogado pelo noivo, bem ao contrario do casamento.

Assim como no caso das noivas, as candidatas ao divórcio também escolhem roupas especiais. O estilista Akiue Go explica que o modelo é aberto na parte de trás, para que as costas apareçam e a mulher fique mais bonita na hora que se virar e for embora.


A nova solteira, Miki Saito, disse que tomou a decisão depois do terremoto que aconteceu em março, porque sentiu vontade de voltar a morar com os pais.

O organizador de divórcios, Hiroki Terai, era vendedor antes de descobrir esse novo filão. Disse que os negócios melhoraram muito depois do terremoto e as pessoas estão procurando essas cerimônias para terminar as relações de forma amigável.


As tragédias, como o terremoto e o tsunami, fizeram muitos japoneses repensarem suas vidas, principalmente quando se trata de relacionamentos. Se muitos terminaram casamentos que vinham patinando, um número ainda maior percebeu que, se é terrível passar por uma tragédia, pior ainda sozinho.

Segundo agências de relacionamento, a procura por um parceiro aumentou em 36% entre as mulheres e 26% entre os homens. O número de casamentos cresceu 20%.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Hack/Roots

Bom gente como muita gente pediu pra mim ficar postando sobre animes, eu resolvi postar pro pessoal que tiver querendo ver algum anime saber direitinho como ele é se é do genero que gosta e etc.
Então eu vou postar toda a semana um anime aqui pra voçês.
Eu não vou ficar escolhendo os animes e sim fazendo meio que um sorteio pra ver sobre qual eu posto ok?
Espero que gostem e que ajude um pouco.

Então bora lá.


.Hack/Roots:
GÊNERO: Aventura, Drama, Fantasia, Ficção Científica.
.hack//ROOTS é uma série de anime de 26 episódios, animado pelo estúdio Bee Train.
O anime é um prólogo da série de jogos eletrônicos .hack//G.U. para PlayStation 2. E conta a história de Haseo, um Kuroi Multiweapon, membro da guilda “Brigada do Crespúsculo”.
Enredo
No ano de 2015, a desenvolvedora de jogos CC Corp. foi incendiada, e junto, a maioria dos dados pertencentes ao MMORPG fictício The World. Usando dados pertencentes a outro jogo que a empresa estava desenvolvendo, CC Corp. criou The World R:2 (Revision 2), e lançou em 2016. A principal novidade deste jogo seria a possibilidade de criar uma Guilda e PvP.
A história inicia-se oito meses antes de dos primeiros eventos do volume um de .hack//G.U.
Haseo entra em The World R:2 pela primeira vez, e é atacado por PK (Player Killer), para sua sorte, é salvo pelos jogadores veteranos Ovan e Shino (após ressuscitar sozinho, mostrando que ele não é um PC, playable character, normal), que o convidam para se juntar a sua guilda Brigada do Crepúsculo, no qual o objetivo principal é achar a “Key of the Twilight” (Chave do Crepúsculo), um item lendário, que ninguém sabe se realmente existe, ou para o que serve.
A história segue entorno de Haseo em busca do Tri-Edge(HACKER) e supostamente matou sua amiga Shino.

Esse anime tem outras temporadas :
Hack//Legend of Twilights Bracelet
Hack//Liminality


Saquê

Saquê é uma bebida tradicional do Japão, obtida com a fermentação do arroz, tomada geralmente quente e no começo da refeição.
Relata-se que a primeira produção de saquê tenha ocorrido no século III, em Nara, antiga capital japonesa. A bebida é produzida por
diversas regiões do país, mas a que tem a fama de fabricar o melhor saquê é o distrito de Fushimi, em Kyoto, aonde é descrito como uma
bebida nobre.
Existem hoje cerca de 1600 fabricantes de saquê no Japão. Este é produzido de 80% de água e de arroz de boa qualidade.
Do arroz sai a matéria prima para a sua fabricação, o koji, resultante da remoção do amido e do excesso de óleo e proteínas contidos no arroz.
O koji é misturado ao arroz vaporizado até formar o shubo, uma pasta de grãos.
A melhor temperatura para o saquê ser consumido é de 35oC. Mas pode ser tomado em temperaturas superiores ou inferiores, de acordo com as
estações do ano. Quando aquecido a uma temperatura de até 45oC, o saquê é conhecido por kan, já resfriado é conhecido por higa.


Nos mercados do Brasil ja se pode encontrar Saquês.





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